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domingo, 15 de maio de 2011

Someone Like You, Adele. ♥








Someone Like YOU

(Adele)


I've heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I've heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn't give to you

Old friend, why are you so shy?
Ain't like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it

I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over

Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"

Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah

You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days

I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over

Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they're memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?

Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"

Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah.






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sábado, 1 de janeiro de 2011

Oh Darling!!



Oh, darling.
Please believe me.
I'll never do you no harm.
Believe me when I tell you,
I'll never do you no harm.


Oh, darling.
If you leave me,
I'll never make it alone.
Believe me when I beg you,
Don't ever leave me alone.


When you told me
You didn't need me anymore,
Well, you know, I nearly
Broke down and cried.
When you told me
You didn't need me anymore,
Well, you know, I nearly
Broke down and died.


Oh, darling.
If you leave me,
I'll never make it alone.
Believe me when I tell you,
I'll never do you no harm.


Believe me, darling.


When you told me
You didn't need me anymore,
Well, you know, I nearly
Broke down and cried.
When you told me
You didn't need me anymore,
Well, you know, I nearly
Broke down and died.


Oh, darling.
Please believe me.
I'll never let you down.


Oh, believe me, darling.


Believe me when I tell you,
I'll never do you no harm.







(( A músida do dia 1.1.11. Amo! ))

Um dia cinzento, com uma mente cinzenta e um coração cinzento.
Nada de colorido. E mesmo assim não sinto falta da cor. Às vezes, é necessário.
Que delícia.


x, mb.


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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Slow Night, so long. Kings!


♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Slow night so long, she's frenching out the flavour
she's 17 but i done went and plum forgot it


No tears are gone they're pooling on the table
no tears are gone they're leaving their mark behind

So far so good... she's absolutely wasted
she's handing up and changing her story around

I just don't know where leading ladies come from
I just don't know where that can be found

She's opened up just like she really knows me
I hate her face, but enjoy the company

I'll take you home, or back to Oklahoma
You're not so nice, but the sex sells so cheap

Rise and shine all you gold-diggin' mothers,
                            Are you too good to tango with the poor, poor boys??




(saca só o final desse vídeo.)





Slow night, so long - KoL.
Aha Shake Heartbreak, 2004



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

BURRRRRNING LOVE!




Lord Almighty,
I feel my temperature rising
Higher higher
It's burning through to my soul

Girl, girl, girl, girl
You gonna set me on fire
My brain is flaming
I don't know which way to go

Your kisses lift me higher
Like the sweet song of a choir
You light my morning sky
With burning love

Ooh, ooh, ooh, ooh,
I feel my temperature rising
Help me, I'm flaming
I must be a hundred and nine
Burning, burning, burning
And nothing can cool me
I just might turn into smoke
But I feel fine

Cause your kisses lift me higher
Like a sweet song of a choir
And you light my morning sky
With burning love

It's coming closer
The flames are now licking my body
Won't you help me
I feel like I'm slipping away
It's hard to breathe
And my chest is a-heaving
Lord have Mercy
I'm burning a hole where I lay

Your kisses lift me higher
Like the sweet song of a choir
You light my morning sky
With burning love
With burning love

Ah, ah, burning love

I'm just a hunk, a hunk of burning love

Just a hunk, a hunk of burning love
Just a hunk, a hunk of burning love
Just a hunk, a hunk of burning love
Just a hunk, a hunk of burning love
Just a hunk, a hunk of burning love








♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥




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terça-feira, 23 de novembro de 2010

ALL MY LOVING TO PAUL.



A saga começou às cinco e meia da tarde. Pensei, ‘caramba, vai ter muita gente lá desde semana passada, então nem vai adiantar nada, vamos no horário da abertura dos portões.’ Mas eu não imaginava aquela fila. A fila tava demais. A fila tava algo sobrenatural. Eu nunca fiquei numa fila daquelas. E pior do que olhar pra trás, onde a fila dava curvas e subia ruas, era olhar pra frente, onde ela não andava e ainda tinha tanta gente que eu nem imaginava onde ela terminava. E foi na fila que já conversamos com tantas pessoas, e víamos a diversidade delas: eram crianças, adolescentes, adultos, idosos. Tinha de tudo. Gente de toda parte do Brasil. E a maioria delas com camiseta dos Beatles, claro. Todos os modelos que existem eu vi nesse dia. Todas, todas, todas. Os ambulantes gritando “cerveja, água, refrigerante”, e “faixas, camisetas, chaveiros do Paul”. Tinha de tudo.

 




A fila começou a andar. Eu e a Letícia na espera, e imaginando como estávamos, mais uma vez, sendo idiotas de pegarmos aquela fila. Comprovamos hora que chegamos ao portão: seria tão fácil furá-la. A galera passando, e os carros atrapalhando, a bagunça momentânea era perfeita pra esse furo. Mas, preferimos mais uma vez, agir com honestidade. Que raiva dessa tal de honestidade.
Chegamos depois de duas horas. Entramos. Pela segunda vez no Morumbi eu já quase chorei. Era tanta gente. Que coisa mais linda do mundo. E tiramos a mesma foto que tiramos no show do Aerosmith em 2006: naquela rampa sagrada. 





Chegando na pista, tentamos ir pra frente, e conseguimos, porque a dupla Letícia e Marília não é mole não. O único problema é a nossa altura. Nessas horas eu queria ter 2 metros de altura e ainda usar salto. E fomos entrando, entrando, entrando, entrando. E nessa caminhada a gente conversou com tanta gente que não ta no papel. Foi muito engraçado, legal e divertido. Que povo engraçado. Paramos num lugar, ficamos entravadas. Era impossível seguir a diante. Arranjei desculpas, mas o pessoal da frente não permitiu minha passagem. A Letícia me olha e diz: “Marília, só se passaram vinte minutos, véi.” Whaaaat? Parecia que demoramos dez horas pra andar aquele tanto, foi tanta gente, tantos passos, tantas desculpas, tantos apertões e principalmente tantas encoxadas: show assim não tem jeito, temos que ir preparadas.
Até que paramos pra pensar, e finalmente tivemos uma idéia brilhante: “Cara, a gente não vai conseguir ver nada daqui. Olha esse tanto de gente!! Vamos pro fundo mesmo?”
Era Deus iluminando a nossa mente. Fomos pro fundo, onde já não tinha ninguém na pista.

Hora que o Sir Paul McCartney entrou foi o choque. Como poderia ele estar ali? Eu ainda não acreditava. Eu ainda achava que aconteceria alguma coisa: eu perderia o ingresso, ele não viria, choveria muito. O medo era demais. Hora que ele entrou, eu não segurei, e mais uma vez, a manteiga derretida que eu sou se expressou.
Foi lindo. Foi lindo. Foi lindo. Aquele telão gigantesco e todo aquele espaço do meu lado pra eu pular foi o suficiente. O choro foi compulsivo, com aquelas tosses que tiram o ar e com aquelas lágrimas que não param de cair. Tudo o que eu pensava era: EU ESTOU VENDO UM BEATLE. EU ESTOU VENDO O MEU BEATLE FAVORITO.
Caralho, isso é muita coisa. Os caras me fizeram gostar de rock’n’roll. Os caras revolucionaram o mundo da música. Os caras revolucionaram a história cultural. E tinha um lá, na minha frente.

Eu nunca vi uma interação tão grande com uma platéia. Eu já fui em muito show, e os comentários do cantor no máximo eram: “Good Night, thank you for being here tonight! You are awesome!”. Paul McCartney se superou. Ele não deixou que duas músicas tocassem sem entre elas fazer um comentário. Eu nunca ouvi tantos “Thank you” na minha vida: ele é a representação perfeita de um lord inglês. A educação dele era supreendente, envolvente. Deixou a platéia toda com a boca aberta e com muitas lágrimas nos olhos.
A platéia não ficou pra trás. Era tanta gente, mas tanta gente, que eu nunca vi algo parecido. Claro que a quantidade de pessoas no SWU também foi impressionante, mas eu não conseguia ver esse tanto de gente. No Morumbi não. As arquibancadas eram o cartão de entrada dessa imagem que vai ficar guardada pra sempre: não tinha espaço pra mais uma pessoa. Estava lotada, bonita, barulhenta. Foi lindo. A pista também estava toda cheia, e eu, que estava bem atrás, via toda a multidão.
Junto com a platéia e o cantor, estava a lua. O céu estava impecável. Que chuva que nada – beijos para os vendedores de capa de chuva, que torceram tanto para que chovesse – até São Pedro queria ver esse show! Então foi uma combinação perfeita, que eu não sei o que estava mais bonito: o palco, a platéia imensa ou a Lua cheia no céu, iluminando o Morumbi. Foi tudo maravilhoso.




 Hora que Paul McCartney terminava uma música, a salva de palmas era alta demais. O barulho era ensurdecedor. O povo estava delirando. Mas nada se comparava ao momento em que ele começava ou terminava uma música dos Beatles. Eu lembro que quando via os vídeos antigos dos Fab4, eu ficava impressionada em como as meninas gritavam: era demais, era loucura. Foi mais ou menos a mesma coisa. Que gritaria, que adoração. “Venus and Mars” / “Rockshow”, “Jet” (uooooo ooo uoooooo Jet!!!) “All My Loving” iniciou a  fase antiga, e logo que ela acabou, a galera da frente começou um coro muito alto com “she loves you yeah yeah yeah” e logo parou. Mas valeu a pena. Pessoal da frente deu um show! Depois veio “Drive My Car”. Quando começou "Long and Winding Road" o choro continuou e ficou até mais forte. Que coisa mais linda. "Let Me In" me deixou arrepiada: essa música é muito boa. "I've Just Seen a Face" fez a Neguinha pular horrores e cantar a letra toda. "And I Love Her", "Blackbird" que eu não preciso dizer como eu me senti: ALL YOUR LIFE, YOU WERE ONLY WAITING FOR THIS MOMENT TO ARRIVE!!! … ALL YOUR LIFE, YOU WERE ONLY WAITIN FOR THIS MOMENT TO BE FREE!!! O pessoal ficou todo em silencio escutando essa música, e Paul McCartney tocando e cantando, e os passarinhos assoviando no fundo. MARRY ME PAUL MCCARTNEY!!!!!!!
"Here Today" que segundo ele, era ‘Para seu amigo John’ foi linda. "Dance Tonight", "Mrs. Vanderblit", "Eleanor Rigby".
“Essa é pro meu amigo George”. Eu pensei: é Something. Só que o instrumento na mão dele era tão diferente, que pensei: não, não pode ser ué. E começou a tocar aquela coisinha, e de repente: SOMETHING IN THE WAY SHE MOVES… ele queria enfartar a galera, eu tenho certeza. Quase conseguiu. Na hora do “You’re asking me will my love grow… I don’t know, I don’t know!!" o grito era tão alto, tão alto, que São Paulo inteira escutou. De Goiânia não deu pra escutar não? E eu não sei como ele conseguiu cantar essa música com aquele instrumento na mão dele (não sei o nome gente, me perdoem os especialistas da vida.). Só o Paul consegue. Só ele. Só ele. 




“Sing the Changes", "Band on the Run", "Obla Di Obla Da", "Back in the USSR". Como a gente dançava, como a gente pulava. Que diversão!! Que delícia!! Que inesquecível!!
"I Gotta Feeling", "Paperback Writer" (loucura, loucura!!), "A Day in the Life".
Os balões brancos em “Give Peace a Chance” foi melhor ainda. Que lindo quando a câmera afastou e aquele tanto de balão branco voando no ar apareceu. Give peace a chance, people.





E no piano, e QUE piano, Paul McCartney inicia… "Let it Be". Gente, foi inexplicável. Eu tenho certeza que todos lá sabiam a letra dessa música. E com ela, todo mundo mandou embora muita coisa ruim. Let it be, let it be.
Já estava muito bom. O telão central nos proporcionou imagens maravilhosas. Eu não esperava mais nada. Mas, de repente, ao cantar: "SAY LIVEEEEEEE AND LET DIEEEEE", começou uma explosão de fogos, e ao mesmo tempo uma explosão de imagens tão fudidas que eu pensei: “Vai pegar fogo!” Foooooooi massa demais!!! A platéia entrou em extâse. E aquele piano forte, os fogos brilhando no céu, as imagens do telão pegando fogo. Foi de matar. Foi de matar.




Depois disso, sem esquecer de agradecer e de se comunicar com a platéia, "Hey Jude"
começou. Cara, eu não preciso dizer a emoção né? Como que eu tava lá? Como que ele tava lá? Como que eu tava escutando Hey Jude ao vivo? OOOOMMMMGGGG!!!! Naaaaaaaaaa, naaaaaaaaaaaa, naaaaaaaaaa naaaaaaaaaa narrarararararaaaaaaaaaaaaa. Anão, eu quero chorar mais!!! Foi lindo. Que show da platéia, que show de tudo.
E entre saídas e entradas, veio "Day Tripper", "Lady Madonna", "Get Back".
Outras saída, e é claro, voltou com "Yesterday". COMO ELE NÃO CANTARIA YESTERDAY? Ele e o violão. E nós.

“VOCÊS QUEREM ROCK?” e começou "Helter Skelter" (KILL MEEEE PAUL MCCARTNEY!!!). O telão nos deixou tontas. Aquela confusão de imagens, retratando perfeitamente o peso dessa música. E eu não parava de pular, tocar air guittar, air drums, gritar, e choraaar.
"Sgt. Pepper" finaliza o show, depois de tantos agradecimentos.

Enfim, Paul tocou por quase três horas. Tocou músicas de toda a sua carreira e ele satisfez a platéia toda. Eu nunca vou encontrar alguém que não tenha gostado desse show. Não tinha como. A voz dele continua a mesma. O jeitinho dele continua o mesmo. As carinhas que ele fazia logo após cada música era de matar. E quando ele se encostava no piano? Ah não, Deus, por que? Ahahahahahahaha foi muito bom.


Dava vontade de ir la no palco, abraçar e falar: OBRIGADA E NÓS TE AMAMOS.

Os adjetivos não são suficientes, e eu nunca vou conseguir transmitir o que eu senti. Só sei que agora, toda vez que eu escuto alguma música dele, me dá vontade de chorar de novo. Eu ainda não acredito que eu fui. Parece que foi um sonho. Que tranqüilidade, que paixão. Nesse show rolou um respeito mútuo, todo mundo sabia o significado do que iríamos assistir. O cara nunca foi vaiado na vida, eu tenho certeza. E nunca vai ser. Ele é bom. Ele é muito bom. E ele me proporcionou o melhor domingo da minha vida.

Não posso deixar de contar a ultima coisa. Em 2006 ao entrarmos nos corredores para irmos embora, todo mundo começou a cantar o hino do São Paulo. Eu não sou tricolor, e nem de futebol eu gosto, mas aquilo me deixou maravilhada: ficou tão bonito todas aquelas pessoas, naquele espaço fechado cantando a mesma coisa. Ficou lindo e muito alto. Dessa vez, ao entrar nesse mesmo corredor, aquela multidão que em qualquer outro lugar daria briga, empurrões e porrada, começou a cantar em coro o mesmo Naaaaaaaa Naaaaa Naaaa narararaaraaaaaaaaa Hey Judeeeeeeee. Foi de arrepiar. Foi pra fechar com chave de ouro. Ouro maciço.

Eu nunca vou esquecer esse domingo do dia 21 de Novembro de 2010. Eu já fui em muitas festas e muitos shows, mas igual a esse eu nunca vi,  e eu sei que nunca mais vou ver, afinal era ninguém menos do que Paul. 





Amor eterno, amor sem fim.


 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

FIREWORK - KATY PERRY!



Indo pra faculdade esses dias, um querido amigo me mostrou essa música pelo celular. Eu gosto da Katy Perry. Eu gosto dela, eu amo a Beyoncé, eu adoro Lady Gaga e por aí vai. Só que agora, depois de ver esse clipe, eu fiquei arrepiada. De verdade gente, que lindo.


Então é isso. Se liberte. Get free, get free, get free. Get free and accepet yourself  for what you are!!!! 

LOVE YOURSELF!!!!!
IT'S FREEDOM TIME!!!!!
'EVEN BRIGHTER THAN THE MOON'!!!!!



http://www.youtube.com/watch?v=QGJuMBdaqIw



Do you ever feel
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again

Do you ever feel
Feel so paper-thin
Like a house of cards
One blow from caving in

Do you ever feel
Already buried deep
Six feet under
Screams but no one seems to hear a thing

Do you know that there's
Still a chance for you
‘Cause there's a spark in you
You just gotta

Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the Fourth of July
‘Cause baby, you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

You don't have to feel
Like a wasted space
You're original
Cannot be replaced

If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow

Maybe a reason why
All the doors were closed
So you could open one
That leads you to the perfect road

Like a lightning bolt
Your heart will glow
And when it's time you'll know
You just gotta

Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the Fourth of July
‘Cause baby, you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It's always been inside of you, you, you
And now it's time to let it through
‘Cause baby, you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
As you shoot across the sky
Baby, you're a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go, "Aah, aah, aah"
You're gonna leave them all in awe, awe, awe

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom





terça-feira, 26 de outubro de 2010

TEMPO.




Engraçado como nos relacionamos com o tempo.
Sempre desejando o que está por vir.
Férias, fim de semana, fim do dia, fim do ano.
O presente, de fato, não existe.
O tempo passa, a gente agradece
"Ufa, essa semana passou voando"
Espero que estejamos cientes que daqui a anos,
estaremos sentados numa cadeira e pensando:
'Cara, como a vida passou rápido.'
E, também espero que não tenhamos que dizer:
'E eu não aproveitei como deveria'.
Por isso deixemos as bobeiras de lado, e APROVEITEMOS.









  YOU TOLD ME TIME NEVER WAITS, THATS OK, CAUSE I DON'T WAIT FOR TIME.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010











YOU DON'T ALWAYS HAVE TO HOLD YOUR HEAD
HIGHER THAN YOUR HEART.









YOU BETTER HOPE YOU'RE NOT ALONE.





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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

 
 
 
  
I Hate to be so emotional,
I didn't mean to get physical,
But when he pulled in and revved it up,
I said, 'You call that a pickup truck?'
And in the moonlight I throwed him down,
A kicking, screaming, and rolling around.
A little piece of a bloody tooth,
Just so you know I was thinking of you,
Just so you know I was thinking of you,
Just so you know I oh...
Just so you know I oh...

STARTS WITH YOU ♥



Absurdamente frio, muito vento, bebida cara, comida mais cara ainda, muita gente, muita gente bonita, muito homem, muito sol, muito tudo. Os festivais são maravilhosos. O intercâmbio de conhecimento e de cultura que você tem com pessoas novas é o mais legal. Você conhece gente do país inteiro que está lá pra ver a mesma coisa que você. Definitivamente existem muitas “almas gêmeas” pelo mundo afora.

Pra quem gosta de música, a espera por um festival é de dar frio na barriga. Imaginar você frente a frente com aquela banda tão amada é inexplicável e inimaginável. E de repente, anunciam que sim, eles vêm.

E, mais de repente ainda, lá estão eles: a poucos metros de você.

Eu não sei se vocês já pensaram nisso, mas vocês já pararam pra imaginar o quanto a admiração por uma banda é gigante? O quanto deve ser delicioso você estar em cima de um palco e ter mais de 50 mil pessoas gritando por você? Pessoas que se locomoveram kilometros e kilometros só pra te ver? Cantando a música que você criou? Realmente Janis Joplin tinha razão ao dizer que “fazia amor com 25.000 pessoas durante um show e depois voltava sozinha pra casa”.

E não é bom pensar só na parte deles. Você lá, como fã, ouvindo tudo o que eles cantam e tudo o que eles falam. Não sei vocês, mas minha vida é totalmente ligada à música. Acordo, durmo, tomo banho, no carro, no ônibus, a todo o momento. O Podinho é inseparável! Assim, você numa arena, cercada por aquela multidão de pessoas com a mesma paixão que você, gritando a mesma coisa que você e vibrando ao mesmo tempo que você.
Em meio a tantos gritos eu reparava a paixão das pessoas. Nunca vou esquecer um cara ao meu lado que sabia TODAS as músicas do Incubus e as cantava com o maior amor do mundo. E, nesse mesmo momento, garotas, próximas a mim, que estavam alucinadas, se deliciando com a beleza do cantor, que realmente merece.
A vibração de um show é muito legal. A sensação de um show é muito gostosa. A gente libera adrenalina, libera lágrimas. O momento é inesquecível. E toca aquela música, que parte seu coração, que te lembra daquele momento crucial pelo qual você já passou – graças a Deus ou, infelizmente. Ou, aquela música que te dá vontade de pular, chegar no céu e voltar. ENFIM, parece que tudo o que eu sentia nos show eram vibrações boas: afinal, ninguém foi pro festival pra lamentar-se. Foi maravilhoso.

Vanessa, Lê e Eu, depois do show do Kings. 10/10/10!


Poderia ficar horas aqui falando de cada show: Rage (dá-lhe Rage e dá-lhe Vanessa!), Joss Stone, Cavalera Conspiracy, Regina Spektor, Los Hermanos, e por aí vai. Mas, pela minha parte, preciso dar meu depoimento de um único que nunca mais vai sair da minha cabeça e do meu coração.

Kings of Leon foi de morrer. Escuto a banda há mais de três anos e nunca imaginei vê-los ao vivo. A paixão pelo Caleb Followill só aumentou. Sabem aquelas adolescentes que são alucinadas pelo Justin Bieber? Eu sou assim por ele. Meu coração dá aquele aperto, eu tenho ciúmes e eu consigo ficar horas sentada numa cadeira, pensando como eu poderia encontrá-lo e como vai ser esse momento. Patético eu confessar isso, mas não vou mentir. É verdade e ponto. Por isso que eu digo: "from my womb to my tomb I guess I'll always be a child". Quem sabe his child. Hahaha.


Hora que a banda entrou eu não sei nem falar o que eu senti. Foi tudo o que eu descrevi lá em cima multiplicado por mil. As lágrimas começaram a cair incessantemente hora que começaram os primeiros toques de Fans. Daí pra frente, não parei mais. A cada música era um choro maior ainda. Manhattan, Closer, Revelry, Be Somebody, Use Somebody, Sex on Fire (fui a LOUCURA com essa!!) e assim por diante...Não sabia se eu estava chorando por estar vendo a banda, por estar ouvindo músicas que me lembram tantas coisas ou se é porque eu queria estar lá no palco ou grudada no pescoço dele. Foi uma junção de tudo. Mas a cena de eu sair correndo e pular tudo quanto é grade passou pela minha cabeça diversas vezes. E foram muitas outras em que eu me segurava pra não falar pra Letícia, companheira fiel e inseparável: “Lê, me dá pezinho e me taca pra dentro dessa área separada?!”.
Não sei explicar e nunca vou poder reproduzir num papel o sentimento que eu tive ao vê-los. Quando eu choro em show é porque o show merece. Para sempre KINGS! E se tiver ano que vem de novo, lá estarei eu, e dessa vez BEM na frente.




Para completar só queria falar uma coisa que eu sempre pensei: Eu acho que todo cantor devia ser feio. Cantor não pode ser bonito. Ele já consegue te enfeitiçar com a voz, vai te enfeitiçar com a beleza também? Isso não é justo pra quem tem o coração mole como eu! Isso serve, principalmente para o TOP 3 de toda a história da música: Caleb Followill, Elvis Presley e, claaaaaaro, Jim Morrisson!!!!! Para sempre em nossos corações!!!!